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Já parou pra pensar na quantidade de gente querendo viajar para os EUA essa época? Todos os anos (nos meses de julho e dezembro) – é difícil encontrar vôos para Miami, e não é difícil adivinhar porquê, né? Férias!  Por isso meus amigos, se vocês ainda não compraram passagens para voar na alta estação, meu conselho é ter paciência para esperar um pouquinho mais ou ir atrás de conexões.

A partir de fevereiro as coisas começam a melhorar em termos de vagas e preços, mas o ideal é planejar logo! Falando nisso lembrei de uma viagem que fiz pra Miami e Orlando (bem no finalzinho do ano) e foi realmente uma experiência bem interessante. Também trago curiosidades e informações legais sobre de como as coisas “funcionam” por lá.

 

Achando vôo para Miami em dezembro

Saí do Brasil no dia 24 de dezembro em direção a Miami e acabei passando o meu Natal nos ares, ou melhor dizendo, por Buenos Aires. Claro que eu não sou nenhuma desnaturada sem família que resolve passar a noite de Natal num avião, né? Com os vôos completamente lotados, me restou essa única opção com conexão na Argentina, saindo de São Paulo.  Conexões em países da America Latina costumam ser boas opções para compras de última hora! E lá fui eu…para encarar muitas e muitas horas em trânsito.

MIAMI

Com clima tropical e sangue latino – devido a grande quantidade de hispanos que vivem lá- a cidade, que fica no Sul da Flórida, é a porta de entrada dos brasileiros em solo americano e paraíso de compras de milhões de turistas.

Ainda na imigração é possível sentir a famliaridade com a nossa língua e (geralmente) boa receptividade dos oficiais imigratórios que falam o bom “portunhol” para que ninguém se enrole na hora de carimbar o passaporte. Aliás, para quem está pensando que vai praticar o inglês, é melhor ir para outra cidade, já que metade da população em Miami fala espanhol.

Já quando o assunto é shopping, pode ter certeza de que você está no melhor lugar do mundo, seja para comprar computadores, eletrônicos, roupas ou o que mais couber nas suas malas (você pode voltar com duas de 32kg cada, mas o limite de isenção na alfândega brasileira é 500 dolares). Comparar com os preços cobrados no Brasil chega a ser covardia, já que a diferença de valores é absurda. Resultado? Mesmo que você não precise, é impossível não voltar para o Brasil carregado de coisas (não é a toa que a cidade é a meca dos sacoleiros). Há shoppings maravilhosos como o Dolphin Mall, onde você encontra aquelas marcas super famosas a preços inacreditáveis.

ORLANDO

Depois de quatro dias em Miami segui para Orlando passar o Ano Novo nos parques. Todos os anos, nessa época, a cidade está completamente lotada de turistas de todas as partes do mundo e eu sempre fico impressionada com a infra-estrutura local, que comporta milhões de pessoas sem que haja algum problema. Bem…se até então veu não tinha entendido o por quê dos vôos estarem tão lotados para os EUA, lá eu cheguei na raiz do problema. Fosse nos parques, lojas ou restaurantes, não se ouvia outro idioma além do português. Só pra se ter uma idéia, além da versão dos guias em nosso idioma, há sempre representantes brasileiras nos balcões de atendimento aos turistas, o “guest relations”, para atender esse público em específico. Uma coisa é certa, se naquele ano o dólar estava baixo, mais baixa ainda estava a temperatura em Orlando, que variava entre zero e cinco graus – com aquele vento gelado a sensasão térmica chevaga a -1. Nada que conseguisse abalar o ânimo de curtir os parques e todas as atrações inesquecíveis, mesmo para quem já viu várias vezes.

 

FAST PASS

É o único jeito de não ficar naquelas filas imensas, normal nessa época. O “fast-pass” é um passe que você pode comprar separado (e ir a qualquer hora) ou pegar (gratuitamente) nas maquininhas dos parques, deixando as atrações melhores com hora marcada antecipadamente.

Depois de dar a “volta ao mundo” no Epcot Center, mergulhar na fantasia dos Studios Hollywood e Universal, saí de lá com a certeza de que nada poderia ser mais “tridimensional” que a sensação de estar no Brasil em pleno EUA. Disneylândia? Que nada…Brasilândia!!!!